Indústria mineira busca regularização ambiental

Iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado em parceria com a FIEMG percorre todas as regiões de Minas Gerais. Foco é a regularização ambiental

BELO HORIZONTE – O Sistema FIEMG trabalha em prol do desenvolvimento sustentável de Minas Gerais. Em parceria com o Governo do Estado, de 7 de março a 4 de maio, empresários de todas as regiões mineiras terão acesso a informações sobre a importância da regularização ambiental de seus empreendimentos, por meio do programa de Fiscalização Ambiental Preventiva na Indústria (FAPI). A ação, fruto da junção de forças entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e a Federação, tem como foco reduzir os riscos ambientais e ampliar a competitividade do setor industrial.

Lançado durante reunião do Conselho de Representantes da Federação em novembro de 2016, o programa tem como público-alvo empresas que exercem atividades potencialmente poluidoras ou que utilizam recursos naturais do estado de Minas Gerais. O projeto vem sendo realizado em doze regiões organizadas segundo a regionalização do Sistema FIEMG. O trabalho leva em conta a especificidade de cada localidade e dos setores industriais envolvidos.

O FAPI tem três etapas definidas. A primeira é a orientação às empresas com workshops técnicos e empresariais organizados pela FIEMG, entre março e maio; seguida pela fase de fiscalização executada pela Semad, que ocorre após 90 dias de cada fase de orientação e vai de maio a agosto, encerrando-se com o monitoramento dos resultados anteriores, entre setembro e dezembro de 2017.

Montes Claros, em 7/03, foi a primeira cidade do estado a receber o workshop do programa. Além dela, Diamantina, Juiz de Fora, Pouso Alegre, Governador Valadares, Ipatinga, Ituiutaba, Uberlândia, Uberaba, Divinópolis, Belo Horizonte, Patos de Minas e Sete Lagoas serão os outros 12 municípios a receber as ações preventivas do Governo do Estado e FIEMG.

Segundo o presidente do Sistema FIEMG, Olavo Machado Junior, a Federação trabalha para estimular o setor empresarial a realizar todos os processos ambientais de forma correta, evitando multas e transtornos futuros. Para ele, o Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema) não pode ser encarado como um entrave que inviabiliza o desenvolvimento do estado. O presidente considera a fiscalização preventiva como forma de orientar o setor empresarial. “Por isso, a orientação direcionada aos empresários será realizada pelo programa Minas Sustentável,” acrescenta.

O líder empresarial mineiro reforça a importância do programa Minas Sustentável, que desde 2011, apoia, incentiva e orienta empresários a adotarem processos mais sustentáveis e eficientes. Criado pelo Sistema FIEMG há seis anos, a iniciativa já atendeu mais de 5.600 empresas em 299 municípios do estado. No total, foram concedidas 407 licenças ambientais por meio da parceria com o programa. Além disso, outras 1.281 empresas foram orientadas para a ecoeficiência e quase 3.000 trabalhadores e empresários capacitados.

“Propostas como a do FAPI e do Minas Sustentável promovem a participação empresarial proativa junto à sociedade e as instituições públicas, aperfeiçoando o sistema de representação empresarial com vistas à participação ativa no desenvolvimento e modernização das normas, regulamentos, padrões ambientais e da gestão socialmente responsável,” pontua Machado Junior

EM MARÇO/2017 =

 

Região Norte : Montes Claros, DIA 7;

 

Vale do Jequitinhonha : Diamantina, dia 8;;

 

Zona da Mata, Juiz de Fora, dia 14;

 

Região Sul: Pouso Alegre, dia 15;

 

Rio Doce: Governador Valadares, dia 28

 

Vale do Aço: Ipatinga, dia 29.

 

EM ABRIL/2017 =

 

Sede: Sete Lagoas, dia 6

 

Vale do Paranaíba: Uberlândia. Dia 11

 

Pontal do Triângulo: Ituiutaba: dia 12;

 

Centro Oeste: Divinópolis, dia 18

 

Sede, Belo Horizonte, dia 20

 

Vale do Aço Itabira, dia 27

 

EM MAIO/2017 =

 

Alto Paranaíba: Patos de Minas, dia 4

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Energisa está preparada para situações de emergência em caso de desastres naturais

Energisa está preparada para situações de emergência em caso de desastres naturais

Energisa está preparada para situações de emergência em caso de desastres naturais

Energisa está preparada para situações de emergência em caso de desastres naturais  Minas Gerais, 04 de novembro de 2016 : O período de chuvas está chegando. Ciente dos riscos e perigos que as fortes chuvas, acompanhadas de raios e ventos, podem causar nessa época do ano, a Energisa atualizou o ‘Plano de Contingência para Situações de Emergência e/ou Calamidade’. Para colocar em prática o plano, treinar a equipe e avaliar o desempenho de todas as áreas envolvidas, o Departamento de Operação da Energisa realizou de forma inesperada e emergencial, nesta quinta e sexta-feira, dias 03 e 04 de novembro, simulações em campo e com o Centro de Operações para atendimento a situações reais de emergência. Nos simulados foram considerados preparação, organização, tempo de atendimento, acionamento e chegada das equipes, garantindo o restabelecimento de energia o mais rápido possível com segurança e eficiência.  ( FOTOS : RICARDO BARROCA )

Continua em JR MINAS 

RECREIO (MG) GANHA MAIS UMA RÁDIO

E a onda de rádios web também chega a Recreio. Em menos de quatro meses, o nosso município passou a ser sede de três rádios online . Depois de surgir em maio,deste ano, a Radiante Recreio Rádio Web e depois em junho, a Tempos Radiante Rádio Web, também do segmento de O JORNAL DE RECREIO,Minas , o comunicador Rogério de Souza ( FOTO) , que há anos se dedica profissionalmente como locutor de publicidade e apresentador de programas em rádio comunitária iniciou recentemente a Rádio Web Recreio MG e durante as 24 horas diárias sua programação musical vem tendo ótima audiência, destacando-se entre as melhores emissoras de nossa região. Visite site da rádio em Recreiomg 

No celular ou tablet, use um dos aplicativos RadiosNet ou Tunein

 

 

 

25 DE SETEMBRO – MOBILIZAÇÃO : TODOS CONTRA O AEDES AEGYPTI

Na data em que se comemora o Dia Internacional do Farmacêutico, dia 25 de setembro, será realizada uma grande ação integrada entre diversos países da América Latina, para unir forças contra a dengue, a chikungunya e a zika. A campanha Farmacêuticos em Ação – todos contra o Aedes aegypti será intensificada no Brasil e lançada simultaneamente na Argentina, Costa Rica, Paraguai, Uruguai e Venezuela, em uma iniciativa do Fórum Farmacêutico das Américas (FFA), com apoio da Fundação Internacional Farmacêutica (FIP) e Fundação FIP. A ideia surgiu com a repercussão positiva da campanha brasileira, lançada em março, com grande adesão dos farmacêuticos e da população.

O objetivo da iniciativa é transformar cada farmacêutico desses países em um agente de combate ao mosquito e cada farmácia em um posto avançado contra o mosquito Aedes aegypti. No Brasil, a campanha é desenvolvida pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), os conselhos regionais e as entidades parceiras – Sociedade Brasileira de Farmacêuticos e Farmácias Comunitárias (SBFFC), Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar (Sbrafh).

Além do apelo institucional, as entidades se estão se mobilizando nesta data porque todos esses países continuam registrando casos de dengue, chikungunya e zika, com tendência de o problema se agravar, em função do período chuvoso que se aproxima. Será uma ocasião tanto para os farmacêuticos celebrarem os avanços da profissão como para reafirmarem, à sociedade, a importância da atuação profissional.

Farmácias e farmacêuticos estão sendo orientados a se mobilizar e contribuir com a prevenção e controle das três doenças relacionadas ao Aedes aegypti. Os farmacêuticos podem, além de oferecer a orientação correta aos pacientes, identificar pessoas com sinais e sintomas sugestivos, encaminhando os casos suspeitos, prescrevendo terapias adequadas, quando pertinente, e acompanhando pacientes em tratamento. Ações como estas que podem ser potencializadas com a adesão das farmácias.

Mas a participação é livre às entidades farmacêuticas, às universidades, às entidades representativas da sociedade civil organizada, à defesa civil, aos órgãos públicos e organizações governamentais e a todos que quiserem participar. A proposta é que farmacêuticos, estudantes de Farmácia e entidades ligadas à profissão busquem promover ou pelo menos participar de ações em locais públicos voltadas ao combate da dengue, da chikungunya e zika. “Vamos todos sair às ruas contra o mosquito Aedes aegypti”, conclama Josélia Frade, diretora de Prática Profissional do Comitê Executivo do FFA e representante do Brasil na entidade.

Para respaldar os participantes da campanha, o CFF desenvolveu um hotsite (www.cff.org.br/farmaceuticoemacao), um folder e um guia de bolso, com informações para a população e para os farmacêuticos. O material está disponível em português e foi traduzido para o espanhol para utilização nos demais países membros do FFA.

“Somos cerca de 200 mil farmacêuticos no Brasil e o país conta com 90 mil farmácias. Podemos, de fato, formar um exército capaz de apoiar à sociedade, no enfrentamento de uma epidemia tão dramática, que se tornou uma preocupação mundial”, reforça o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João. “Não podemos nos furtar ao papel fundamental do farmacêutico na prevenção das doenças e na promoção da saúde. Participar dessa luta também é nossa obrigação como cidadãos. Contamos com sua colaboração!”

A violência das guerras e a importância de se contar estórias

(Por Daniel Medeiros)*

A primeira guerra mundial foi há cem anos. Começou em 1914 e encerrou-se em 1918. “Encerrou-se” no sentido de concluir um ciclo de tempo contínuo pois que, como sabemos, o ano de  1914 foi o pontapé de um processo de violência entre nações que só esgotou  suas energias no final do século XX, embora não se possa ser totalmente otimista essa afirmação. Muito se falou sobre as decorrências da Guerra: falta de propósitos claros, dos milhões de mortos, feridos, da ascensão econômica dos EUA, da frustração e ódio na Alemanha, germe do nazismo, do inicio do desequilíbrio político no Oriente Médio, etc.

Gostaria de falar de um outro fenômeno da guerra, lembrado pela primeira vez pelo pensador alemão Walter Benjamin, em texto de 1936, chamado “O Narrador”. Benjamin afirma que a guerra foi responsável por destituir uma geração inteira da capacidade de trocar experiências por meio de narrativas. Disse o filósofo:  No final da guerra, observou-se que os combatentes voltavam mudos dos campos de batalha. Não mais ricos e sim mais pobres em experiências comunicáveis.

O homem da terra – o camponês -  e o viajante – o marinheiro e o mercador -  são as fontes principais das estórias que compõem o repertório de comunicação entre as pessoas e, por meio desse repertório vão se fixando e passando, de geração em geração, os modos de agir e as regras de interdição que caracterizam o que chamamos de cultura ou autorreferência . Essa é a razão – ou deveria ser! -  de contarmos estórias para as crianças.

A guerra emasculou uma geração inteira de  jovens, privando-os do lugar necessário e do tempo fundamental para a troca de experiências por meio das narrativas. A vivencia nas trincheiras foi uma não-experiência; o medo diário e asfixiante não deixava espaço para registrar variantes, inversões de expectativas e desfechos surpreendentes típicos de qualquer boa estória. Não é à toa que o mais conhecido romance da primeira guerra, do alemão Erich Maria Remarque, descrevendo a rotina de horrores e sofrimentos da guerra, chamou-se Nada de novo no front.

Primo Levi, sobrevivente da Segunda Guerra mundial, e também Jorge Semprun, tentaram relatar a violência desumanizadora a qual foram submetidos. Em É isto um Homem?, Levi busca dar contornos capazes de serem identificados pelos que não experienciaram  aquela realidade inacreditável dos campos de concentração. No entanto,  título de seu livro é um sinal da dificuldade de descrever, de maneira crível, o que se passou. Semprun, no livro A escrita ou a vida, diz: Vem-me uma dúvida sobre a possibilidade de contar. Não que a experiência vivida seja indizível. Ela foi invivível, o que é outra coisa(…) Outra coisa que não se refere à forma de um relato possível, mas à sua substância. Não à sua articulação, mas à sua densidade.(…)

Hoje, como sabemos, as guerras continuam. Não em um sentido formal de “guerras mundiais”, com trincheiras ou bombas atômicas, mas a violência nas fronteiras, nos territórios ocupados, nos exercícios fundamentalistas, nas lutas de traficantes, no trânsito, na insensibilidade policial , na violência doméstica ou, simplesmente, ditada pela miséria e pelo descaso. Da mesma forma, o invivível desses fatos torna pouco crível seus relatos. As tentativas feitas pelos jornais e programas de televisão, acabam promovendo uma anestesia, uma banalização, um menoscabo que exaspera as vítimas e reforça a invisibilidade dos algozes.

Se com Benjamin aprendemos que  o narrador retira da experiência o que ele conta. Sua própria experiência ou a relatada pelos outros. E incorpora as coisas narradas às experiências de seus ouvintes, é Jorge Semprun quem afirma uma saída: só alcançarão essa substância, essa densidade transparente os que souberem fazer de seu testemunho um objeto artístico, um espaço de criação. Ou de recriação. Só o artifício de um relato que se possa controlar conseguirá transmitir parcialmente a verdade do testemunho.(…)

As guerras e a violência extática que elas proporcionam podem ser enfrentadas pela formação de novas sensibilidades. E só as criações narrativas têm o condão dessa formação. Se a violência é a marca secular de nossa humanidade desenraizada, a capacidade de sensibilizar os outros – principalmente as crianças e os jovens – com a riqueza artística de um relato  pode ser a maior bandeira de paz e de um futuro menos sombrio.

*Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica pela UFPR e professor do Curso Positivo.

Deusas e capachos: as mulheres de Picasso uma relação de amor e conflito

O primeiro encontro tem como tema a biografia de Picasso, sua arte e seu relacionamento com várias mulheres, bem no clima do mês de março.

Intenso, inconstante, obsessivo e apaixonado, Pablo Picasso declarou que para ele só existiam dois tipos de mulheres: “deusas e capachos”. Ele teve dezenas de amantes e chegou a oficializar dois casamentos.

As Mulheres de Picasso
Dia 15 de março, terça-feira, às 20h, ingressos a R$ 60.
Rua Félix da Cunha, 1009, Porto Alegre.
Reservas com Magda – 51 9967 4581
ou contato@viajandocomarte.com.br

Mais informações sobre esse evento em SEXO RADIANTE 

Festa dos Avós promovida pelo CEOP de Ouro Preto

Em homenagens aos Avós, o Centro Educacional de Ouro Preto,MG (CEOP) realizou sua tradicional Festa dos Avós (é Primavera) com grande entusiasmo e um expressivo número de toda a sua comunidade Escolar, com presença em grande número de avós que foram receber as homenagens e as apresentações artísticas dos netos. 28.set.2012 . Veja mais fotos no Facebook em Ano Radiante 2012 , Gente Radiante e na página oficial Ceop de Ouro Preto. Site oficial do Centro Educacional de Ouro Preto http://www.centroeducacionalouropreto.com.br/